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domingo, 26 de agosto de 2012

Meu filho é desobediente oque fazer.

Vai ai algumas dicas de como tentar resolver este problema.
Meu filho é desobediente?

por Teresa Artola González
É possível que você se queixe com freqüência de que seu filho seja desobediente se:
  • Ele não lhe escuta quando você pede algo.
  • Não quer se deitar.
  • Briga continuamente com seus irmãos.
  • Responde mau.
  • Não estuda na hora conveniente.
  • Não arruma seu quarto.
  • Discute quando lhe encarregam de algo.
Poderíamos afirmar que seu filho atua de forma desobediente quando:
  • Ele se nega a iniciar ou completar uma ordem em um prazo determinado de tempo.
  • Se nega a interromper uma conduta quando você lhe pede.
  • Não respeita uma norma ou costume estabelecido.
  • Leva a cabo explicitamente aquilo que se proibiu.
Entretanto, também há caso em que, ainda que seu filho cumpra suas ordens, ele não mostra sinais de obediência. Como, por exemplo, quando:
  • Cumpre com suas exigências de forma rotineira, mas não se estabelece a fazer bem as coisas.
  • Faz estritamente o que se pede aplicando a "lei do mínimo esforço", por exemplo, coloca a roupa no armário mas deixando-a de forma toda enrolada.
  • Obedece resmungando, e com cara feia.
  • Diz que vai cumprir, mas, na realidade, não o faz.
  • Procura todo o tipo de desculpas para não obedecer:
  • Discute com você sobre as ordens e tenta persuadir-lhe para que lhe examine seu cumprimento.
  • Cumpre mas não o faz a não ser para obter algum benefício ou prêmio material. Por exemplo, arruma seu quarto para que você lhe dê dinheiro.
Se nasce obediente ou se aprende?
Muitos pais lamentam de que seus filhos sejam desobedientes e se perguntam por que saíram assim. Alguns pensam que é questão de sorte e invejam aos filhos de seus parentes ou vizinhos, que são melhores que os seus.

Entretanto, ainda que por temperamento há crianças mais inquietas que outras, hoje está claro que a influência de fatores genéticos ou hereditários é pouco relevante no caso das virtudes humanas.

A OBEDIÊNCIA TAMBÉM SE APRENDE
Seu filho não nasce obediente ou desobediente, mas aprende a sê-lo em função dos estímulos que você lhes dá e de como reage ante seu comportamento. Para que uma criança seja obediente e se comporte de forma adequada há que ensinar-lhe a fazê-lo. Se conhecemos como devemos atuar, a tarefa resulta muito mais fácil.

Um dos defeitos mais freqüentes que se observa hoje em dia nos pais é a escassa exigência e disciplina que exercem com os filhos. Muitos pais hoje pecamos excessivamente por sermos brandos com os filhos quando:

  • Perdoamos os castigos que lhes damos.
  • Permitimos que não cumpram com aquilo que lhes pedimos.
  • Deixamos que acabem saindo-se com uma das suas.
  • Não lhes responsabilizamos pelas tarefa do lar.
  • Não lhes exigimos no estudo.
Como conseqüência de tudo isso, o sentido da obediência vai se deteriorando.
Não colocamos em dúvida a boa vontade dos pais, nem que fazem todo o possível para educar adequadamente. O problema está em que ninguém nos ensinou como devemos tratar ou educar aos filhos. Parece que se pensa que educar é uma ciência infusa que não requer aprendizagem.
OS PAIS DEVEMOS APRENDER A EDUCAR
Nesta vida nos preparamos para tudo: fazemos curso para aprender a dirigir, para aprender a cozinhar e inclusive quando compramos um cão lemos um livro sobre a melhor forma de adestrar-lhe. Entretanto com a educação de nossos filhos procedemos ao acaso. E ao não ter confiança em como devemos atuar nos resulta difícil adotar decisões e exercer a autoridade com nossos filhos.

Além disso, nos últimos anos esteve muito difundida a idéia de que para que os filhos sejam felizes, não devemos reprimir-lhes, mas que devemos deixar-lhes que se desenvolvam com espontaneidade e liberdade. No entanto:

A DISCIPLINA E AUTORIDADE SÃO NECESSÁRIAS PARA O EQUILÍBRIO PSICOLÓGICO DA CRIANÇA
Dêem-lhe segurança e estabilidade, dêem ordem a sua vida e ofereçam-lhe uma imagem de pais firmes e seguros aos quais pode tomar como modelos. Quando os pais se mostram indecisos quanto à forma de tratar a seus filhos, estes o captam e isso afeta a seus próprios sentimentos de segurança e bem estar. Por isso, quando os pais se mostram indecisos oferecem a seus filhos uma fabulosa oportunidade de comportar-se de forma caprichosa e desobediente.

Algum pai, por exemplo, quando seu filho se comporta mau, às vezes reage energicamente, lhe castiga, e inclusive às vezes é possível que recorra aos gritos e inclusive a bater-lhe.

Então, seu filho chora e é possível que lhe acuse de crueldade e lhe faça sentir-se culpado. Quando se sente culpado tenta reconciliar-se de novo com seu filho dando-lhe alguma recompensa para que não chore, e é possível que, quando volte a atuar da mesma forma, jogue a toalha, renuncie e brigue com ele.

Assim quando pede a seu filho que arrume seu quarto e sua roupa, que está toda jogada pelo chão, e ele se faz de surdo, é possível que lhe "dê um ataque de nervos" grite, e dê umas boas "palmadas" pela desobediência. Seu filho começa a chorar e lhe diz que não lhe quer, que vai sair de casa. Você reage recolhendo as coisas para que não chore ou prometendo-lhe alguma recompensa para que se cale. Sem dar-se conta está reforçando seu comportamento desobediente.

Pelo contrário, os pais promovem o sentimento de segurança de seus filhos quando sabem exercer a autoridade. Quando a criança sabe exatamente o que espera dela e conhece os limites e as normas que deve cumprir, quando lhe exige, sempre que esta exigência esteja acompanhada de carinho.

EM UM AMBIENTE DE EXIGÊNCIA, OS FILHOS VIVEM MAIS SEGUROS E FELIZES

TERESA ARTOLA GONZÁLEZ é doutora em Psicologia pela Universidade Complutense de Madri e Master em Educação Familiar pelo E.I.E.S (Educational Institute of Educational Sciences). Desenvolve um amplo trabalho de pesquisa e docente no campo da Psicologia Infantil e é professora da Escola Universitária Europea da Educação de Fomento de centros de Ensino. É autora de diversas publicações em sua maior parte dedicadas aos problemas de aprendizagem, sua avaliação e tratamento.
do livro Como resolver situações cotidianas de seus filhos de 6 a 12 anos

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Como contar aos filhos que vai se separar.


Içami Tiba

COLUNA DO IÇAMI TIBA

Como contar a separação do casal aos filhos

Um casal saudável pode se separar quando o amor deixa de existir. Um casamento saudável é constituído por 6 ingredientes básicos, segundo o professor Eugenio Mussak: admiração, respeito, confiança, paixão, intimidade e comprometimento. Quando um deles começa a falhar, a união começa a se desestabilizar.
A maneira como se enfrenta esta desestabilização no casamento já dá fortes pistas de como poderá ser a separação: civilizada ou problemática.
Os sofrimentos provocados nos filhos pela separação problemática dos pais são tão grandes que recentemente foi considerado crime um dos ex-cônjuges colocar os filhos contra o outro: o crime de alienação parental. Os papéis de marido e esposa podem acabar, mas os de pai e mãe nunca acabam, são para sempre. Os filhos não precisam dos dois juntos, mas precisam de cada um deles.
Alguns casais com saúde relacional, principalmente nas questões de ética e de civilidade tentam preservar a segurança, tranqüilidade e vida afetiva dos filhos. Estes precisam de explicações para a compreensão das razões pelas quais suas vidas vão mudar, devido à separação dos pais.

Comunicação franca

A separação em si não é problemática, pois tudo na vida pode mudar, inclusive as condições relacionais entre um casal após alguns anos. A comunicação franca e ética da separação dos pais aos filhos deve ser feita pelos próprios pais, preferencialmente para todos os filhos independentemente da idade, e oferecer as condições para que todos eles possam se manifestar, perguntar, compreender, para elaborarem a perda da vida com os pais juntos, garantindo que não são os filhos os responsáveis pela separação e que todos eles terão ainda o pai e a mãe mesmo que separados. Geralmente, os filhos maiores já percebem o que está acontecendo entre os seus pais muito antes desta comunicação.
Hoje, as crianças superam muito bem a separação saudável, mas são muito indefesas e atingidas quanto menores forem pelos seus pais problemáticos. O preparo dos pais é para que tenham disposição e disponibilidade para responder, honesta e eticamente, ali ou a qualquer outro dia e hora, as perguntas que os filhos quiserem fazer e acolher os sentimentos que se manifestarem.
Lembro bem que os confrontos não devem ser resolvidos pelos filhos. Não são os filhos que estabelecem a pensão, nem tampouco com quem vão ficar os filhos e quais serão os dias das visitas, mas sim os juízes que tendem a aceitar o que for de consenso comum a ele comunicado.


Confiança

Quando há dificuldades sérias entre os pais a ponto deles não conseguirem sequer ficar em um mesmo ambiente, é bom que cada um contrate um representante neutro, mas que proteja os filhos, para ajudá-los a superar estes problemas. O importante é que os representantes, legais (advogados, psicólogos, sociólogos etc.) ou afetivos (parentes, padrinhos, amigos) sejam de confiança de ambas as partes.
Saliento que um dos maiores problemas nestas separações problemáticas é quando um dos pais aproveita-se da ausência do outro para convencer de que o certo é ele e o outro é que errado, culpado, mau, prejudicial aos filhos etc. Pior ainda quando instigam os filhos a se comportarem hostilmente com ofensas, agressões, desrespeitos, sabotagens, contra ofendendo, agredindo, desrespeitando as ordens e não atendendo os pedidos do ex-cônjuge. Para isso conseguir torna-se afável, generoso, atende a todas as vontades dos filhos, o que nunca fez enquanto estava casado.

IÇAMI TIBA

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Pais e Educadores de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 28 livros

domingo, 12 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

E agora meu filho quer ser independente na hora de escolher roupas oque faço?


O que fazer quando seu filho quer escolher a própria roupa


Saiba o melhor jeito de lidar - sem estresse - com essa fase da criança, que marca o começo de novas decisões

Drielle Sá

  shutterstock
Você está se preparando para sair quando seu filho aparece na sala usando uma roupa que ele mesmo escolheu para o passeio. O problema é que ele resolveu combinar camiseta de manga comprida com shorts e botas de caubói. O que fazer nesse momento? 

Pedir para que volte já para o quarto e troque a roupa não é a melhor opção, afinal é muito importante deixar a criança escolher suas próprias roupas. Isso a ajuda a conhecer e expressar seus gostos pessoais. Em geral, elas começam a esboçar essa curiosidade já com 4 anos de idade, mas antes dos 6 ainda pode ser difícil para o seu filho entender que usar sandálias no inverno não é a opção mais adequada. Aí entra o papel dos pais. 

LEIA TAMBÉM: Qual o melhor jeito de carregar o bebê?

"O interesse das crianças deve ser estimulado sempre que possível, o que incentiva sua independência. Mas os pais devem participar das decisões dos filhos, orientando e dando limites para que eles não estendam essa responsabilidade para outras situações", diz Sulivan Garcia, psicólogo do Hospital São Camilo (SP). Perguntar se a criança gosta de uma roupa antes de vesti-la, deixar que seu filho dê palpites e debater com ele a possibilidade de fazer outro tipo de combinação pode ajudá-lo a desenvolver melhor a capacidade de saber quais as peças mais adequadas para cada ocasião. 

LEIA TAMBÉM: O que o seu filho aprendeu esta semana?

Outra dica para ajudar as escolhas do seu filho é organizar uma gaveta com roupas para cada estação do ano, por exemplo. Isso vai fazer com que ele tenha de decidir entre as peças que estão disponíveis. E é importante sempre ter roupas de cores variadas para a criança começar a perceber do que gosta mais. 
Ele sempre repete a mesma roupa? 

Você já deve ter se deparado também com essa situação. Por mais opções que existam no guarda-roupa da criança, ela cisma com uma camiseta, uma fantasia, uma bermuda velha. Esse comportamento pode ter várias explicações. "Em geral, todas têm a ver com identificação: com um membro da família de que ela goste muito, com um super-herói que ela vê como um protetor ou mesmo por se identificar com a pessoa que lhe deu a roupa de presente", afirma Sulivan. O importante é você conversar com o seu filho e incentivá-lo a fazer outras escolhas na hora de sair.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quais os danos que o crack pode causar em um adolescente


EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS

CRIANÇA E ADOLESCENTE

Crianças e adolescentes que fazem uso contínuo de crack podem ter o desenvolvimento cerebral comprometido, com impacto direto na capacidade cognitiva, ou seja, na maneira como o cérebro percebe, aprende, pensa e recorda as informações captadas pelos cinco sentidos. Assim, é comum que usuários da droga apresentem dificuldades de aprendizado, raciocínio, memória, concentração e solução de problemas, o que afeta o progresso acadêmico, o comportamento e a frequência escolar. “Eles tendem a ter histórias de prejuízo no desempenho educacional, possuem menor probabilidade de ter um emprego formal na vida adulta e maiores índices de envolvimento criminal do que usuários de cocaína em pó”, afirma Felix Kessler, psiquiatra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Ilustração subjetiva retratando os principais impactos do uso da droga
Crédito da imagem: Portal Brasil
Usuários crônicos que estão em fase de desenvolvimento ainda podem apresentar distúrbios de conduta, transtornos afetivos e alimentares, além de transtornos ansiosos como fobia social e quadros de estresse. Sintomas do Transtorno de Deficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) são frequentes em usuários de substâncias psicoativas, como o crack, assim como problemas de autonomia e habilidade para estabelecer relações interpessoais.
Por não terem meios próprios para conseguir dinheiro, crianças e adolescentes também estão mais suscetíveis a adotarem atitudes de risco para comprar a droga, sendo submetidos à exploração sexual comercial, em relações desprotegidas.

Fiquem atentos as drogas não escolhe raça,classe social,e chega lentamente e destroem vidas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Saiba os setes passos essenciais para torna a separação menos traumática para os filhos


A maneira como pai e mãe enfrentam a separação pode influir de maneira negativa na vida futura dos filhos, principalmente na vida afetiva.
O que está sendo vivido no ambiente familiar ficará registrado no inconsciente da criança, independente da idade. Pense na maneira como você está se relacionando com sua esposa ou seu marido nos últimos meses ou anos. Existe alguma demonstração de carinho? Há brigas, discussões, agressões verbais ou físicas? Pode não haver nada disso, mas há indiferença, o casal não fala um com o outro? É preciso entender que tudo que acontece no ambiente familiar está sendo percebido pelos filhos e esses podem daqui alguns anos repetirem exatamente o que estão vivenciando, pois será a referência que irão ter do que seja um relacionamento afetivo.

Há muitas dúvidas se devem ou não falar para os filhos sobre a separação. Algumas mães tendem a dizer que o pai está viajando a negócios, ou dar alguma justificativa, porém muito distante da realidade, acreditando assim evitar fazê-los sofrer. Negar o que se passa e mais ainda, o que se sente, pode gerar muitas sequelas. Pior ainda é dar espaço para que a criança saiba por outra pessoa sobre a separação dos pais, o que poderá provocar a sensação de ter sido traída, perdendo toda a confiança nos pais. Com certeza os filhos têm o direito de saber e o melhor caminho é sempre a verdade. O impacto gerado pela separação dos pais, se for bem conduzida, pode ser menos grave que as consequências produzidas por uma família em conflitos.
O passo-a-passo:

1º) Como contar aos filhos


Ao conversar com os filhos sobre a separação é importante lembrar-se de algumas regras básicas:

- explicar o motivo da separação;

- informar quando e como será;

- explicar o que acontecerá com eles, ouvindo sempre seus desejos;

- ouvir todos seus sentimentos, dúvidas e medos e tranquilizá-los;

- reforçar o fato de que o casal está se separando, mas que continuam sendo pai e mãe;

- lembrar-lhes sempre o quanto são amados.

2º) Qual o momento certo para falar com os filhos? 


Depois da decisão ser definitiva e assumida pelo casal. Isso porque em muitos casos, ambos ou um dos pais pode desejar compartilhar suas angústias com os filhos e dizer-lhe sobre a separação e, depois de alguns dias a decisão não é tomada, a rotina se instala e nada mais é comunicado à criança, causando um desgaste desnecessário.

3º) Quem deve contar aos filhos? 

É indicado que a conversa seja feita por ambos os pais e com todos os filhos para evitar que cada um receba a notícia de maneira diferente. Se cada um resolver falar separadamente com os filhos é preciso tomar o cuidado para não acusar o outro que está ausente, seja xingando ou desabafando toda sua ira.

4º) Qual o melhor lugar para essa conversa? 

O melhor lugar para essa conversa é a própria casa, sem interrupções e com bastante tempo para que os filhos sejam ouvidos, suas dúvidas sanadas e as emoções expressas, incentivando-os a dizer tudo que pensam, porém fazendo com que sintam acima de tudo que são amados. Conversar fora de casa também pode ser uma opção, mas nem sempre os filhos se sentirão à vontade para expor seus sentimentos. Algumas vezes, ao receberem a notícia da separação, aceitam sem reação alguma, mas com o passar dos dias poderão surgir reações inesperadas como queda no rendimento escolar, agressividade, apatia, insônia, tristeza, pesadelos e até mesmo somatizações como dores de cabeça, estômago e mau funcionamento intestinal. Nem sempre a tristeza aparecerá em forma de lágrimas, mas o corpo pode chorar as lágrimas reprimidas de outras maneiras.
5º) Filhos não têm "poder" de unir ou separar o casal 
É importante deixar bem claro que os filhos não têm culpa nem poder de separar ou unir o casal. É comum as crianças menores pensarem que os pais resolveram separar-se por algo errado que elas fizeram. Quanto menores forem as crianças mais necessário se torna tranquilizá-las, evitando assim que vivenciem a separação dos pais como uma punição por alguma falta cometida. Os pais devem repetir com frequência o fato de que essa escolha não depende deles e que eles não são de forma alguma a causa da separação.

Depois da separação e dentro das possibilidades do casal é importante que seja mantido o ambiente que rodeia a criança, como escola, casa, bairro, amigos, pois isso poderá ajudá-la a dar continuidade à sua própria vida. E independente com quem fique a guarda das crianças, a presença constante por parte de quem se foi é imprescindível.

Quando os pais conseguem resolver juntos seus problemas, participando aos filhos de suas decisões, eles tendem a aceitar com mais naturalidade esse momento, lembrando que em geral, os filhos agem muitas vezes como reflexo dos pais, por isso é importante que ambos tenham muita certeza da decisão que tomaram para que possam transmitir essa segurança para os filhos que com certeza será refletida em suas vidas.

6º) Com quem deve ficar a guarda? 

Com quem tiver melhor estrutura emocional para criar as crianças. Lembre-se que acima de 12 anos elas têm o direito de escolha perante à Justiça.

7º) Já tenho outra pessoa, devo apresentar ao meu filho? 

Tudo no seu devido tempo. O mais indicado é respeitar o processo de elaboração da criança diante dessa nova situação e permitir que ela possa elaborar uma situação de cada vez. Controle sua ansiedade e espere alguns meses até que a apresentação possa ser feita de maneira natural.
Pais que amam seus filhos desejam o melhor para eles, e o mesmo acontece com os filhos, que também desejam que seus pais sejam felizes!

domingo, 29 de julho de 2012

COMO AFASTAR SEUS FILHOS DA DROGA


COMO AFASTAR SEU FILHO DAS DROGAS


Mãe nenhuma merece que esse mal se instale na família. E é possível evitá-lo.
Para saber por que a droga é um problema, é preciso conhecê-la. "Droga é qualquer substância ingerida que provoca mudança no funcionamento normal do organismo".
Apesar de ser difícil, conversar com os filhos é uma forma inteligente de protegê-los. Quando o jovem conhece os rscos, dificilmente passa por eles só para ter alguns instantes de prazer. Aprenda a lidar com esse problema e proteja sua família desse grande mal.
FALE BASTANTE COM SEU FILHO
Aprevenção deve começar desde cedo.
* ATÈ 8 ANOS
Ensine o conceito de vida saudável: boa alimentação, atividades físicas e regras respeitadas dentro de casa.
* DOS 9 AOS 11 ANOS
Comece a conversar sobre o efeito nocivo de álcool e cigarrp. Nessa idade, eles já viram familiares fumando ou "alegres" em festas.
* DOS 12 AOS 13 ANOS
Comece a falar de outras drogas. Aborde o assunto a partir de um filme ou de uma cena da novela.
* DOS 14 EM DIANTE
Convive com outros jovens, vê as drogas de perto. Diga que usar não faz bem e que voçê não aceitará que ele prejudique a própria saúde.
COMO EVITAR AS DROGAS EM CASA?
* MENTE VAZIA, OFICINA DO DIABO
Ter uma vida ociosa é um fator de risco, pois assim ele terá mais tempo para ficar na rua e se envolver com as pessoas erradas. Coloque-o no inglês, futebol, vôlei ou grupos de estudo.
* SINAL DE ALERTA
Se, de uma hora para a outra, o jovem fica agitado, ligue o alerta. Repare se ele mudou de amigos, se as notas caíram ou se ele anda estranho demais.
* TOM AMOROSO
Eventualmente, seu filho poderá conhecer alguma droga, saber qual amigo usa ou onde encontrar. Fale com ele sem usar um tom autoritário. Amorosa, voçê tem mais chance de ser ouvida e compreenda. Mostre que só quer o bem.
O QUE CADA DROGA CAUSA NO ORGANISMO
* ÁLCOOL
Primeiro, ele relaxa. Depois, embaralha a voz, deixa a visão dupla e o andar cambaleante.
* CIGARRO
É um leve estimulante, mas com alto poder de dependência.
* INALANTES (lança-perfume e cola de sapateiro)
O efeito é parecido com o álcool: primneiro, descontração, riso desenfreado. Depois, a pessoa fica cambaleante. E ainda há o perigo de provocar desmaios.
* ANFETAMINA,CRACK E COCAÍNA
Causam agitação, ansiedade e até paranoia, mania de perseguição. Dependendo da dose, a pessoa se torna agressiva. Ocrack é efeito de cocaína e tem ação é feito de cocaína e tem ação mais rápida e devastadora.
* MACONHA
Visão,paladar,olfato e tato ficam modificados. Dá uma fome louca depois do uso.
Altera os cinco sentidos da pessoa.
COMO SABER SE SEU FILHO É VICIADO
Primeiro obesrve. Repare se seu filho tem tido as seguintes características:
* Se tem hálito de álcool ou se suas roupas têm cheiro frequente de cigarro.
* Gasta muito rápido o dinheiro que cai em suas mãos, pede dinheiro dia sim, dia não, e vende coisas de casa porque precisa de dinheiro.
* Seu desempenho escolar caiu muito.
* O comportamento mudou drasticamente: era tímido e agora está ansioso. Ou o inverso.
* Não se interessa por programas em que não possa entrar em contato com as drogas, como uma reunião familiar, viagem com a avó, cinema com irmãos.
COMO SE COMPORTAR SE SEU FILHO ESTIVER VICIADO
* Evite o confronto.
* Dizer a ele que suspeita que esteja usando drogas e que quer ajudá-lo.
* Explicar que esse vício pode trazer muitas perdas:amigos, empregos,viagens.
* Procurar orientação para pais, para que voçês falem de seus medos, ansiedades e dificuldades.
*Procurar ajuda de especialistas,psicólogos e psiquiatras, e de grupos de apoio, como os Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas(CSPS ad), que são do Governo, e os Narcóticos Anônimos(NA). Voçê também pode tentar um grupo de ajuda em sua igreja. Se o caso for muito grave, busque uma clinica de reabilitação.
FONTE: Revista Ana Maria.